28 maio 2014
26 maio 2014
Carlos Carbonel, é.
Um brasileiro muito viajado, culto e educado que não acredita mais no sistema.
Carlos Carbonel desistiu de tudo.
Depois de tentar, tentar, tentar e falhar, ele virou um morador de rua.
Mas sua história não é tão curta assim, e nem tão simples, e antes que todos o esqueçam, ele veio aqui narrar os seus acontecimentos e nos provocar.
Esse ilustre morador de rua já frequentou faculdade, era aluno da escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), onde fazia Engenharia.
Tem mulher e filhos, mas foi obrigado a abandonar tudo durante a ditadura militar.
Carbonel conta que teve alguns amigos desaparecidos e por medo de se tornar mais uma vítima do sistema ditatorial em 1976 simplesmente arrumou as suas coisas, abandonou a família e saiu de São Paulo.
Quando dizemos que ele é viajado, não é exagero, Carbonel saiu de São Paulo e foi para o Mato Grosso, depois para o Paraguai e logo voltou para o Brasil.
Foi viver no nordeste, em Belém (PA), chegou a ter um estúdio de fotografia, viajou para vários países da América do Sul sem passaporte, foi muito para Itália, França e Alemanha, ficou durante três anos e meio na Suíça e chegou a ganhar o suficiente para se manter.
Lá, procurou celebridades para fotografar.
Estava tudo ótimo.
De volta ao Brasil, foi pego por um plano econômico que novamente tirou tudo o que tinha, aí ele desistiu de vez.
"Não acredito mais no sistema", diz Carbonel. Hoje, mora nas ruas e trabalha como um reciclador, um catador de papel, que às vezes precisa apelar para a caridade quando não tem dinheiro para comer, e conclui: "Não sou feliz, parei de tentar ser".
Fonte: Provocações
23 maio 2014
Concordo com Ghandi.
O homem inventou a religião.
Deus nunca desceu à Terra e disse: eu sou católico, ou eu sou evangélico, ou eu sou judeu, hinduísta, muçulmano, etc etc etc...
Nós tentamos desvendar Deus e enquadrá-lo em nossos princípios.
O ser humano se esquece que não passa de um ser limitado.
22 maio 2014
21 maio 2014
Bruno Costa e a reflexão...
Muitas vezes ao dia nós pensamos em algo que aconteceu no passado e nos deixam com raiva até hoje, podem ser coisas que aconteceram um semana atrás ou até mesmo algo que aconteceu num passado distante, meses, anos, ou até mesmo décadas, mas algumas vez nós temos que refletir se vale a pena ficar nos recordando dessas coisas que muitas vezes nós até possamos resolver mas outras não, e esse é o problema, então temos que as vezes desviar esses pensamentos ruins que nos fazem regredir, então essa é minha reflexão.
Bruno Costa
20 maio 2014
13 maio 2014
Um Silva em nós...
"A ação só vale quando é feita como um exercício, e um exercício com amor, quando é feita como uma ascese, e uma ascese por amor de que se liberte o Deus que em nós reside.
E se a ação implica amargura, o que há a fazer é mudar de campo: porque não é a ação que estará errada, mas nós próprios"
11 março 2014
Alberto Sordi e eu...
A vida é feita de três quartos de comédia e um de tragédia.
Por isso, um cômico está em maior contato com a realidade.
Por isso, um cômico está em maior contato com a realidade.
31 outubro 2013
A caça às bruxas...
A era medieval ou Idade Média, foi marcada por um longo período de ausência do desenvolvimento intelectual na sociedade, o saber estava restrito aos monastérios.
O conhecimento era monopólio do clero, o poder estava na mãos da Igreja, no qual toda a sociedade europeia vivia sob seu julgo.
A Igreja cometeu as piores barbáries durante o período medieval, matou, torturou, trucidou, dizimou vários povos e todos que a questionavam eram lançados na fogueira.
A Igreja criou mecanismo de perseguição para qualquer suspeitas de heresias, o Santo Oficio ou a Inquisição era um tribunal que julgava todos os crimes de heresias.
Nessa época as pessoas que fossem pegas cultuando outras divindades eram considerados hereges, acusados de bruxaria.
Foi lançado um manual de perseguição as bruxas, o martelo das bruxas.
Esse documento regulamentava todas as ações que deveriam ser tomadas contra atos de bruxarias.
A caça as bruxas tornou-se uma questão de honra para a Igreja, houveram vários perseguições, prisões e morte na fogueira.
Muitas pessoas inocentes foram executadas.
A caça às bruxas tornou-se um símbolo da perseguição e do terror.
Sangue artificial, cenográfico...
...é um efeito especial muito simples (simples mesmo)mas que causa um impacto muito bom em apresentações.
Receita de sangue artificial super fácil de fazer e barata, eu gastei menos de 5 reais para fazer um receita grande (Em outra palavras está é uma receita devidamente testada).
Existem várias receitas de sangue artificial, utilizando diferentes ingredientes e com resultados bastante diferentes, adequados a diversas situações.
Esta receita tem como principais vantagens a facilidade no preparo (que é muito rápido, baixo custo e boa aparência, com coloração e consistência muito próximas do sangue real.
Além disso, o sangue produzido com essa receita é atóxico e comestível, podendo portanto ser utilizado sobre a pele e até mesmo dentro da boca, nariz ou orelhas e se sobrar porque não usar como cobertura de sorvete (que aliás eu já testei isso também e ficou muito bom).
Lista de ingredientes
Uma tigela de tamanho médio
- Um pouco de água - 360g (um pote) de glicose de milho ou mandioca
- 1g (um tubo) de corante alimentício vermelho
- 2 colheres de chá de chocolate em pó Modo de preparo -
Coloque toda a glicose na tigela
- Acrescente todo o corante vermelho
- Misture bem até que todo o corante esteja dissolvido
- Acrescente a água aos poucos, misturando sempre
Obs.: é possível controlar a consistência do sangue acrescentando mais ou menos água, para deixá-lo mais pegajoso ou mais líquido, de acordo com a sua necessidade.
Lembre-se porém que se acrescentar muita água, vai ser necessário aumentar a quantidade de corante para compensar. - Acrescente o chocolate em pó e continue misturando (essa é a parte chata porque demora para ele se misturar).
Obs.: o chocolate serve para dar uma coloração mais escura ao sangue, e também ajuda na viscosidade.
Se for utilizada muita água, também deve-se aumentar proporcionalmente a quantidade de chocolate.
- Misture vigorosamente até dissolver todo o chocolate e o corante, e obter um aspecto homogêneo.
Resultado final O resultado final é muito parecido com sangue real, e dependendo da viscosidade escolhida durante o preparo ele vai escorrer como sangue real, o que funciona muito bem para apresentações ao vivo.
Dicas * O sangue fica com aparência melhor se for deixado para descansar por pelo menos 48 horas.
Isso acontece porque o chocolate e o corante terão mais tempo para se dissolver completamente e as bolhas que se formaram na mistura irão desaparecer, mas por falta de tempo eu não deixei tudo isso é ficou com uma aparência muito boa *
Glicose de mandioca pode ser um pouco mais difícil de encontrar, mas costuma ser mais barata que glicose de milho e apresenta os mesmos resultados.
* Corante alimentício pode ser encontrado em casas de produtos para culinária, doces ou grandes supermercados.
* Você pode usar saquinhos de picolé para esconder o sangue durante apresentações e estourá-los com a mão ou a boca quando quiser obter o efeito de sangramento.
Fonte: http://www.cosplayers.net
16 outubro 2013
Eu Temo a Poluição...
"Estamos em perigo de destruir a nós mesmos por ganância e estupidez.
Não podemos continuar somente olhando para dentro de nós mesmos nesse cada vez mais poluído e abarrotado planeta."
Stephen Hawking
13 abril 2013
Marilyn Monroe e eu...
Algumas pessoas têm sido cruel.
Se eu disser que eu quero crescer como uma atriz, eles olham para a minha figura.
Se eu disser que gostaria de desenvolver, a aprender a minha embarcação, eles riem.
De alguma forma eles não esperam-me para ser levado a sério sobre o meu trabalho.
Eu me renovo quando fico sozinha. Marilyn Monroe...
Sou egoísta, impaciente e um pouco insegura.
Cometo erros, sou um pouco fora do controle e às vezes difícil de lidar, mas se você não sabe lidar com o meu pior, então com certeza, você não merece o meu melhor!
Marilyn Monroe...
Uma garota sábia beija mas não ama, escuta mas não acredita e parte antes de ser abandonada.
Marilyn Monroe
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