10 agosto 2010

Distimia...



Pessoas amargas… Fuja ou ajude!...

Todos nós conhecemos pelo menos uma pessoa amarga; mal-humorada; aquela que azeda um balde de salde fruta; que consegue te fazer suar de raiva no pólo norte...

É aí que pergunto: o que fazer?
Ajudar ou deixar que ele encontre seu abismo pessoal?

Ajudar?
E quando ele(a) diz “não preciso de sua ajuda”?

Grandes profissionais, durante anos foram perseguidos por pessoas amargas, invejosas, pessoas que nem sabiam os motivos de suas atitudes.

Certa vez, em um destes casos, durante uma ação judicial, um psicólogo perguntou a uma destas pessoas os motivos pelos quais ela tentava prejudicar tanto o alheio; ela disse: “não sei!
Só sei que não gosto!”

Muitos dos casos são assim.
Prejudica-se sem conhecer; sem ter um motivo, uma razão pelo menos justificável.
Isso é conseqüência do amargor que estes sentem em suas vidas; nada tem a ver com este ou aquele.

Contudo, o que fazer quando estas pessoas se encontram em sua escola; em sua vida pessoal; em sua família?
Um amigo querido, diz: “quero mostrar a ele a existência de Deus.”
- Será que realmente resolveria?

Dizíamos, então, que não vemos muito sentido nesse esforço gigantesco de acumular conversas em busca de um convencimento que, de certa forma, não servem nem a nós, os que não mais precisamos delas, nem àqueles que não as desejam aceitar, porque se obstinam em defender suas fortalezas de opereta de ceticismo estéril.

Nada há que se fazer quando o interior está confuso.
Espere um pouco, permita que ele se acalme; que esteja em um momento receptivo.
Até para ajudar alguém necessitamos de bom senso.
Uma pessoa infeliz que está amarga raramente o escutará.

Se assim o é, a reflexão acerca deste ponto nos levará a inferir que o instinto é a pré-história da inteligência racional e, por isso, tem que ser mais seguro na sua direção do que a fase subseqüente.
Alguns acreditam que, ainda sem dispor de razão, o ser vivo não pode errar, porque não teria como corrigir o erro.
Por outro lado, novo aspecto digno de profundas meditações é o de que a razão seria orientadora infalível dos nossos atos, se não fosse falseada pela má educação, pelo orgulho e pelo egoísmo.

Jordan Augusto



2 comentários:

::::FERNANDO PACHECO:::: disse...

é... realmente o mundo tem mais deles do que suponhamos... minha opinião única e beeeeeeeeeeem particular acho que falta sexo, e companhia. Já ajudaria muito.


abraços do :::FER:::

armalu disse...

Estas pessoas muitas delas estão confusas. Eu também olololo
obrigado pela sua visita ao blog. mas vou pedir-lhe um favor. este vai fechar pode encontra-lo em http://armalu.blogspot.com.estarei sempre a sua espera. bj